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Dominando a carga de treinamento: entendendo o TSS, o CTL e o PMC

Para evitar as armadilhas do sobretreinamento e do subtreinamento, os atletas precisam de formas objetivas e confiáveis ​​de medir sua carga de trabalho. Não basta apenas controlar as horas; precisamos quantificar o estresse fisiológico real do nosso treinamento. É aqui que ferramentas padrão do setor, como Training Stress Score (TSS) e Performance Management Chart (PMC), tornam-se inestimáveis, fornecendo uma visão clara e baseada em dados de sua jornada de condicionamento físico.

2.1 Quantificando o estresse: TSS e TRIMP explicados

2.2 O modelo de condicionamento físico-fadiga em detalhes

O Modelo Fitness-Fatigue é um conceito fundamental na ciência do desporto – classicamente formalizado no trabalho de impulso-resposta de Banister (Banister et al., 1975) – que explica como a sua prontidão para o desempenho é um cabo de guerra constante entre a sua aptidão a longo prazo e a sua fadiga a curto prazo. O Gráfico de Gerenciamento de Desempenho (PMC) visualiza esse relacionamento rastreando três métricas principais derivadas de seu TSS diário:

2.3 Como ler seu gráfico de gerenciamento de desempenho (PMC)

Interpretar o seu PMC permite que você veja a história da sua temporada de treinamento:

2.4 Conclusão

O Gráfico de Gestão de Desempenho é uma das ferramentas mais poderosas disponíveis para o atleta de resistência moderno. Ele transforma seus dados de treinamento de um simples diário de bordo em um modelo preditivo, permitindo visualizar as consequências do seu treinamento quase em tempo real. Ao compreender como interpretar seu CTL, ATL e TSB, você pode tomar decisões informadas para desenvolver o condicionamento físico de forma sustentável e chegar à linha de partida perfeitamente em forma e revigorado.

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